{"id":1050,"date":"2025-02-07T15:41:34","date_gmt":"2025-02-07T15:41:34","guid":{"rendered":"http:\/\/jf-vilar.pt\/?page_id=1050"},"modified":"2025-04-29T19:35:57","modified_gmt":"2025-04-29T18:35:57","slug":"historia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/jf-vilar.pt\/index.php\/historia\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"1050\" class=\"elementor elementor-1050\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3393b76 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"3393b76\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;gradient&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7bc52ef elementor-widget elementor-widget-spacer\" data-id=\"7bc52ef\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-74ee036 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"74ee036\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">   Hist\u00f3ria<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-29076b66 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"29076b66\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f4dc4eb elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"f4dc4eb\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"552\" height=\"147\" src=\"https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Direita.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-1941\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Direita.png 552w, https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Direita-300x80.png 300w, https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Direita-150x40.png 150w\" sizes=\"(max-width: 552px) 100vw, 552px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1feaed09 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1feaed09\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n<p>O top\u00f3nimo \u201cVilar\u201d, deriva do latim \u201cvillaris\u201d ou \u201cvillare\u201d que \u00e9 um diminutivo de \u201cvilla\u201d que significava, no latim cl\u00e1ssico, uma casa de campo ou vivenda dum senhor, incluindo as habita\u00e7\u00f5es dos trabalhadores, os est\u00e1bulos e celeiros e respetivos terrenos agr\u00edcolas envolventes; correspondendo, aproximadamente, a uma quinta atual de grande extens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 \u00e0 Idade M\u00e9dia, as parcelas das Villas cultivadas por rendeiros tinham v\u00e1rias designa\u00e7\u00f5es entre as quais a de villares. Vilar era, portanto, a parcela de uma villa com as suas terras de amanho e as casas dos cultivadores. Tal dever\u00e1 ter sido a origem do nome desta freguesia.<\/p>\n\n\n\n<p>O territ\u00f3rio da freguesia de Vilar, na alta Idade M\u00e9dia nacional, era, administrativamente, um dom\u00ednio do Castelo de \u00d3bidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira refer\u00eancia hist\u00f3rica, conhecida, \u00e0 freguesia de Vilar, encontra-se na carta de doa\u00e7\u00e3o da vila de Cadaval, passada pelo rei D. Fernando, no dia primeiro de dezembro de 1371, a D. Afonso Telo de Meneses, conde de Barcelos. Descrevendo o termo da vila que doava, diz: \u201c\u2026e outrossim lhe damos e outorgamos por termo, o territ\u00f3rio e aldeia de Vilar com todas as outras aldeias, casais, quintas e herdades e com todos os outros lugares que s\u00e3o da freguesia de Santa Maria, do dito lugar de Vilar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>No numeramento (recenseamento) de 1527, mandado fazer pelo rei D. Jo\u00e3o III, encontra-se uma nova refer\u00eancia ao Vilar e aos lugares da freguesia: \u201cAldeia de Vilar, 27 vizinhos \u2013 casais de Palhais e Seixo, 4 \u2013 Casal de Zorrieira e Quinta da Trindade, 3 \u2013 casal do Pereiro, 3 \u2013 casal da Tojeira, 3 \u2013 aldeia de Vila Nova, 11 \u2013 aldeia do Carvalhal 10.\u201d Nesta altura, o termo \u201cvizinhos\u201d tinha o significado equivalente ao termo atual, fogos.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma outra fonte para a hist\u00f3ria da freguesia de Vilar, \u00e9 a resposta do padre Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Palhano ao Inqu\u00e9rito do Marqu\u00eas de Pombal, datada de 18 de maio de 1758. Neste documento pode ler-se o seguinte: \u201c(\u2026) Tem este lugar e freguesia 93 fogos e 317 pessoas da idade de 7 anos para cima. (\u2026) O orago desta igreja \u00e9 Nossa Senhora da Expecta\u00e7\u00e3o que est\u00e1 no altar mor e nos dois laterais est\u00e1 na parte da esquerda o Sant\u00edssimo e da direita Nossa Senhora do Carril. (\u2026) \u00c9 p\u00e1roco, cura da apresenta\u00e7\u00e3o do Prior do Vale Benfeito, religioso de S\u00e3o Jer\u00f3nimo e dos beneficiados da igreja de Santiago da vila de \u00d3bidos. Tem de c\u00f4ngrua o dito cura um moio de trigo, meio moio de cevada, um tonel de vinho de duas pipas, que se lhe satisfaz das d\u00edzimas pertencentes \u00e0 dita igreja Prioral; tocam mais ao dito cura as suas benesses e p\u00e9 de altar. (\u2026) No terramoto de 1755, padeceu este lugar e os demais da freguesia alguma ru\u00edna que se tem reparado; exceto a que teve esta igreja que se acha no mesmo estado (\u2026)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1866, o abade de Miragaia diz desta freguesia o seguinte: \u201cCompreende grande parte da serra de Montejunto (\u2026). Como todas as deste concelho e dos concelhos lim\u00edtrofes sofreu<\/p>\n\n\n\n<p>muito por ocasi\u00e3o da Guerra Peninsular, nomeadamente desde que o general Massena acampou com os seus oitenta mil homens ao norte das Linhas de Torres Vedras, desde outubro de 1810 at\u00e9 mar\u00e7o de 1811. Mal se imagina hoje o estado a que ficaram reduzidos estes povos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 26\/09\/1895 at\u00e9 13\/01\/1898, pela extin\u00e7\u00e3o do concelho de Cadaval, a freguesia de Vilar esteve anexada ao de Alenquer, voltando novamente ao primeiro, aquando da sua restaura\u00e7\u00e3o. Nos anos trinta, foram incorporadas na freguesia de Vilar as aldeias de Avenal e Rechaldeira.<\/p>\n\n\n\n<p>A freguesia de Vilar compreende atualmente, os lugares de Arrabalde, Avenal, Carvalhal, Palhais, Pereiro, Rechaldeira, Seixo, Tojeira e, ainda, alguns casais.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3101037 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"3101037\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;gradient&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e88d1d0 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"e88d1d0\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"497\" height=\"152\" src=\"https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Esquerda.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-1893\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Esquerda.png 497w, https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Esquerda-300x92.png 300w, https:\/\/jf-vilar.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/separador_Esquerda-150x46.png 150w\" sizes=\"(max-width: 497px) 100vw, 497px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria O top\u00f3nimo \u201cVilar\u201d, deriva do latim \u201cvillaris\u201d ou \u201cvillare\u201d que \u00e9 um diminutivo de \u201cvilla\u201d que significava, no latim cl\u00e1ssico, uma casa de campo ou vivenda dum senhor, incluindo as habita\u00e7\u00f5es dos trabalhadores, os est\u00e1bulos e celeiros e respetivos terrenos agr\u00edcolas envolventes; correspondendo, aproximadamente, a uma quinta atual de grande extens\u00e3o. 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